quinta-feira, fevereiro 22, 2007

22-02……… Oh… whatever






É desta forma que dou início a um post com enorme potencial que falaria sobre o meu nascimento e tudo aquilo que ele implicou para o mundo. (FALARIA), pois, apesar de todo o simbolismo relevância e importância que esta data significou para o mundo eu decidi não falar nela. Por outro lado, decidi escrever sobre algo não tão importante mas também com alguma relevância, decidi falar-vos de… repelentes.
Quantos de vós já não tiveram um acampamento ou pic-nic “quase” arruinado devido a essas tão indispensáveis amigas da natureza que são as melgas? O infortúnio que se torna estar a dar-mos estaladas a nós próprios esmigalhando melga atrás de melga nos nossos corpos é igualado somente pelas bolhas que marcam o nosso corpo deixando uma leve mas maçadora comichão. E eu, em especial, tenho razões de sobra para me queixar, pois nasci com a infelicidade de ter um sangue apelativo a mosquitos, tão apelativo que se eu me colocar com um fato anti-abelha, no meio de um campo infestado de melgas, com 22 jogadores saídos de uma partida de futebol, de t-shirt, calções e suados com cheiro a cavalo, posso apostar a minha cabeça, que enquanto os jogadores vão tomar o seu duchezinho descansados da vida, eu, por outro lado darei entrada no hospital para levar com uma injecção de penicilina. A verdade é que o meu sangue é como Licor Beirão para as melgas e mosquitos. Eu até aposto que quando um me morde avisa telepaticamente os outros sobre a minha posição devido ao meu afrodisíaco sabor.
É por tudo isto que dou graças a Deus pela criação do homem que inventou o repelente.
Falando agora de outros infortúnios que requerem repelente.
Os xatos… e não vos equivoqueis, falo-vos de “xatos humanos” e não de “chatos parasitas” como o Phthirus Pubis. Com certeza já deram por vocês a ouvir pacientemente uma conversa que não vos interessa minimamente sem esconder o mínimo desagrado, replicando como respostas, uns simples: “sim senhor, pois, lá está, claro” Afirma-mos sempre a tudo, nunca tendo a coragem de dizer BAZA XATO, por delicadeza ou educação.
Recentemente e através da Internet, nem em casa temos refúgio, é através de tecnologias como o MSN que eles agora nos atacam, com duas vantagens: 1 – nós conhecemo-los e 2 – podemos sempre dizer que temos de ir embora e pôr o estado em ausente sem nunca levantar o cu da secretária, continuando a falar com quem nos aprouver.
Agora deixo-vos com uma questão: Se fosse possível a concepção de um repelente anti-xato, isso iria trazer mais felicidade ao mundo ou uma angústia pela ausência sentida de algo maçador, mas ainda assim… uma ausência?

Só mais uma coisinha para completar este meu testamento.
Para continuar o seguimento do meu post anterior coloco nova questão…
Se por acaso, desde o início da vida humana na terra, nós soubéssemos da data exacta em que iríamos morrer apartir do momento em que nascemos (ex.: Pedro Soares nascido a 22-02-1986 R.I.P em 21-02-2008), seria óbvio que esse conhecimento iria mudar a face e os pilares basilares da sociedade de hoje em dia, mas, supondo que isso fosse uma realidade… será que nós celebraríamos o nosso aniversário anualmente?

2 comentários:

Sandrita disse...

22-02-1986??? E eu que pensava que fazias hoje 18 aninhos! Parece que afinal já estás a envelhecer! Quanto à tua questão só tenho uma coisa a dizer, ainda bem que não sabemos quando vamos morrer, tiraria metade da piada da vida!

PARABÉNS!!! Beijo

filipakingwell disse...

BRUTAL!! ahaahaaa.. mas à k rekonhecer k os shatos são estritamente imprescindiveis para o nosso estatuto enkuanto seres humanos:
1) devido à sua esistencia temos sp kom kem gozar
2) podemos sp kontar kom eles kd n temos + ng , pk eles keren è kalor( e devido à nossa natureza egoista n nos importamos nd de nos aproveitar)
3) sen eles n era possivel eskrever " koisas :Pp " desta kategoria ;D