sexta-feira, maio 15, 2009

Estrela oprimida




Já vos aconteceu?

Estarem perto do estrelato, da fama… a um passo de fugir de tudo isto?
(from “you people”).

A mim já.

Aos 5 anos de idade já eu era considerado uma estrela em ascensão. O mundo tal qual eu o conhecia rendia-se aos meus pés. Tinha eu, o que se chamava na altura: Voz de Rouxinol.
Como esperado, tal talento não podia passar despercebido, pelo que fui sondado pelos melhores agentes das maiores editoras mundiais… Sony Music, Buena Vista Internacional, Mercury Records, Atlantic Recording Corporation, Island Records e Discoteca “A Pequenita”, isto apenas para citar algumas.
Todas foram recusadas. Tal qual Hugo Viana que não se sentia preparado para sair do coiso para dar o grande salto, também eu decidi esperar pela grande oportunidade. E, com o tempo ela chegou mesmo
– “A Grande Gala dos Pequenos Cantores do Casino da Figueira da Foz”. Eu estava entre os eleitos.
Meses de treino intenso, muito esforço e dedicação (tudo ao som da “Eyes of the Tiger pois então”) suor, sangue e lágrimas foram vertidos.
... ...
...
Foi já perto da data do grande show que eu fui… “terminado”.
Graças ao Professor Bandeira (autor da letra) e ao Professor Castro (autor da música), ou antes, graças ao desentendimento que os dois tiveram, a obra “O Tareco” interpretada por Pedro “o Pipas” Soares não chegou a ver a luz do dia.

Morreu mais uma estrela cadente ainda antes de tocar o solo…

Uma coisa vos garanto se tivesse tido a oportunidade roubada,
eu não era a estrela que queimou na atmosfera,
eu não era o meteoro que fez a cratera…
Eu era o asteróide que abalou o mundo…


Mas não tive

Kiss kiss bang bang

quinta-feira, maio 07, 2009

Nabos pah!!! Isso é que era!!!!


Estes gajos não sabem é nada, é o que eles sabem!!!!

Eu para mim para o ano que vem proponho a gripe dos nabos!! Sim nabos, que a das aves ainda era como o outro, mas como os porcos não voam não acho piada nenhuma.

Nabos, nabos é que era fixe! Vá e desta vez começava cá em Portugal. Podia ser mesmo pelo Polga esse grande..... como hei-de dizer..... nabo!!!

O problema é que esta minha gripe (a melhor de todas porque fui eu que inventei, desta vez não foi a TVI Sócrates!!!!) só afecta maus jogadores da bola (os do Sporting por exemplo), logo eu como sou portador de dois pés direitos (e sou canhoto) estaria à partida sujeito a contrair a cena...... Mas não estou, porque sou bonito!!!


E a minha gripe não afecta gente gira........... Só camafeus!



Em relação a gente “fofinha” ainda vou pensar nisso.................. (meu Deus que boca!!!!)




Jinhos naquele sitio!

sexta-feira, abril 24, 2009

25 Abril – a verdadeira história



Decorria o ano de 1974. Um grupo de adolescentes alucinados reúne na praia da Figueira da Foz, num baloiço estilizado em barco, refrescando as suas gargantas em litros de Sagres.
Conspiram contra tudo e contra todos. Estado Novo incluído. Reunia a paz, amor e liberdade de expressão no seio deste grupo.
A Polícia Marítima escutou-os. Enquanto dois foram buscar mantimentos para a próxima hora – cerveja e cachorros, uns fugiram, outros foram dentro. Em boa hora! - no dia seguinte reuniram-se e prometeram “Isto não fica assim! – temos de fazer algo para vingar a humilhação de elementos do grupo irem presos por falarem mal do (falecido) Salazar! Isto é uma vergonha!”
Decorria o dia 23 de Abril quando, por mais uma vez, o grupo se encontrou. Embriagados prometeram que teria chegado o momento de vingar. Fizeram o plano de acção – ao quartel da Figueira da Foz iriam roubar fardas de do Exército. Ao melhor estilo “Etarra”, maquilhados e armados, invadiriam Lisboa de caçadeira na mão, prometeram.
Melhor fizeram: como não havia “guito” para ir para Lisboa e até é um bocado mais longe que Fátima para ir a pé, resolveram furtar uns carros do exército. Nem sabiam conduzir! No banco de trás havia cravos, roubados no Mercado Municipal nessa manhã.
No dia 24, ao final da tarde, partiram da Figueira da Foz e rumaram a Lisboa, pela Nacional, claro. Sem combustível, pararam no quartel de St.ª Margarida, Entroncamento para abastecer. Identificaram-se como militares e quando os questionaram:
- O que fazem aqui se são da Figueira?
Responderam em coro, ainda a tresandar a álcool e meio embriagados:
- Vamos fazer a “Puta da Revolução”!
Desconfiados, os militares decidiram chamar o comandante que ainda jantava. Riposta ele, fermentando litros de vinho no seu aparelho digestivo:
- Revolução? Como assim?
Respondem os jovens:
- Não é revolução. É a “puta da revolução”. Vamos até Lisboa, que nunca lá fomos, e damos um tiro ao Presidente do Conselho – Marcelo Caetano.
- Posso levar o meu pessoal convosco? Nunca vimos uma revolução! Gostávamos todos de assistir à vossa emboscada!
- Emboscada? Não é emboscada! Nem sabemos o que é isso! Vamos é matar o bacano e fazer a “Puta da Revolução”.
O Comandante tencionava sair com eles, mas não sem que antes ligasse aos seus fiéis amigos e colegas de Santarém e Caldas da Rainha. Chamavam-se Salgueiro Maia e Otelo Saraiva de Carvalho, eram capitães.
Os Alucinados amigos chegaram a Lisboa a pilotar um bravo exército desejoso de ver a chamada “Puta de Revolução”.
Chegados ao Largo do Carmo, gritaram um ultimato ao Presidente do Conselho, que intimidado perante tais corajosos Alucinados, “entregou-se”!
Estavam de saída quando apareceram os meios de comunicação social. Perguntaram – tendes sido vós que fizeram a Revolução? O povo gritava pelos seus heróis Alucinados, mas estes responderam:
- Não, pá! Caralho, nós nem somos tropas e queríamos era matar o bacano, mas ele entregou-se. Foram aqueles ali – apontando para os Capitães Salgueiro Maia, Vasco Lourenço e Otelo, que os tinham seguido desde St.ª Margarida, Entroncamento.
Foram a pé até St.ª Apolónia. Como era Revolução, nem se pagava bilhete de comboio.
Decorria o ano de 1974. Um grupo de adolescentes alucinados reúne na praia da Figueira da Foz, num baloiço estilizado em barco, refrescando as suas gargantas em litros de Sagres.
Conspiram contra tudo e contra todos. Estado Novo incluído. Reunia a paz, amor e liberdade de expressão no seio deste grupo.
A Polícia Marítima escutou-os. Enquanto dois foram buscar mantimentos para a próxima hora – cerveja e cachorros, uns fugiram, outros foram dentro. Em boa hora! - no dia seguinte reuniram-se e prometeram “Isto não fica assim! – temos de fazer algo para vingar a humilhação de elementos do grupo irem presos por falarem mal do (falecido) Salazar! Isto é uma vergonha!”
Decorria o dia 23 de Abril quando, por mais uma vez, o grupo se encontrou. Embriagados prometeram que teria chegado o momento de vingar. Fizeram o plano de acção – ao quartel da Figueira da Foz iriam roubar fardas de do Exército. Ao melhor estilo “Etarra”, maquilhados e armados, invadiriam Lisboa de caçadeira na mão, prometeram.
Melhor fizeram: como não havia “guito” para ir para Lisboa e até é um bocado mais longe que Fátima para ir a pé, resolveram furtar uns carros do exército. Nem sabiam conduzir! No banco de trás havia cravos, roubados no Mercado Municipal nessa manhã.
No dia 24, ao final da tarde, partiram da Figueira da Foz e rumaram a Lisboa, pela Nacional, claro. Sem combustível, pararam no quartel de St.ª Margarida, Entroncamento para abastecer. Identificaram-se como militares e quando os questionaram:
- O que fazem aqui se são da Figueira?
Responderam em coro, ainda a tresandar a álcool e meio embriagados:
- Vamos fazer a “Puta da Revolução”!
Desconfiados, os militares decidiram chamar o comandante que ainda jantava. Riposta ele, fermentando litros de vinho no seu aparelho digestivo:
- Revolução? Como assim?
Respondem os jovens:
- Não é revolução. É a “puta da revolução”. Vamos até Lisboa, que nunca lá fomos, e damos um tiro ao Presidente do Conselho – Marcelo Caetano.
- Posso levar o meu pessoal convosco? Nunca vimos uma revolução! Gostávamos todos de assistir à vossa emboscada!
- Emboscada? Não é emboscada! Nem sabemos o que é isso! Vamos é matar o bacano e fazer a “Puta da Revolução”.
O Comandante tencionava sair com eles, mas não sem que antes ligasse aos seus fiéis amigos e colegas de Santarém e Caldas da Rainha. Chamavam-se Salgueiro Maia e Otelo Saraiva de Carvalho, eram capitães.
Os Alucinados amigos chegaram a Lisboa a pilotar um bravo exército desejoso de ver a chamada “Puta de Revolução”.
Chegados ao Largo do Carmo, gritaram um ultimato ao Presidente do Conselho, que intimidado perante tais corajosos Alucinados, “entregou-se”!
Estavam de saída quando apareceram os meios de comunicação social. Perguntaram – tendes sido vós que fizeram a Revolução? O povo gritava pelos seus heróis Alucinados, mas estes responderam:
- Não, pá! Caralho, nós nem somos tropas e queríamos era matar o bacano, mas ele entregou-se. Foram aqueles ali – apontando para os Capitães Salgueiro Maia, Vasco Lourenço e Otelo, que os tinham seguido desde St.ª Margarida, Entroncamento.
Foram a pé até St.ª Apolónia. Como era Revolução, nem se pagava bilhete de comboio.

quinta-feira, abril 16, 2009

a próxima capa da Playb


todos nós já nos deparámos com o cartaz na via pública.

Por multiplas razões e pontos de vista, não podemos ficar indiferentes a tal publicidade estática.

Já escreveram: "De noite não se vê. De dia, não dá vontade de ver".

.... Ou não!
Cá para mim, é um anúncio da próxima capa da Playboy disfarçado. Lá "Sex Symbol" a Sr.ª é!

Ou.... isto são manobras para o condutor que se distrai com tamanha beleza, provocando acidentes, aumentando os indicadores de sinistralidade rodoviária, e ... claro a culpa seria do Sr. Eng.º Sócrates!

Marketing, senhores. Isto é marketing!

segunda-feira, abril 13, 2009

partida para a vida eterna e afins

Quem é que de nós ainda não se deparou com a vitrina de uma funenária com as suas últimas aquisições do seu já extenso plantel?
Pois bem, o meu compartimento memorial da minha massa encefálica recorda-me os vários momentos em que os idosos observadores dessas vitrinas exprimem os seus comentários sobre os que partiram. Algumas frases enunciadas, cito:
- mais um que deixou de fumar!
- este era tão bom homem!
- este também não fazia cá falta nenhuma!
- já a comi!

- era uma pêga!
- menos um benfiquista à face da terra!
- era o primo do tio da avó do sobrinho do pai do ZéTó!
Quando alguém morre, diz-se, usando o eufemismo:
- esticou o pernil;
- deu nó na tripa;
- bateu a bota;
- bater a canastra;
- dar o esticão;
- dar o berro;
- finou-se;
- foi render o espírito;
sugiro frases a dizer num velório:
- é isto que nos faz dar valor a certas e determinadas coisas da vida!
- foi melhor assim!
- é mesmo assim, um dia estamos vcá, no outro já não estamos
- não somos nada!
- é a "lei da Vida"
- para quê tanta luta, se acabamos todos igual?
independentemente de conhecer o cadáver, defunto, deve-se chorar e praticar a socialização, falando da família, factos ou mal dos políticos.

Resulta sempre
! (é como as rifas)

domingo, abril 12, 2009

Mas como é que...?





Estava eu sentado em frente ao meu computador a beber uma Coca-Cola e a comer algo bom, delicado e estaladiço, as minhas batatas fritas favoritas, Pringles, e não é que me surge a pergunta que provavelmente já surgiu a toda a gente em várias outras coisas, não só com as Pringles, que foi:

- Como é que são criadas as Pringles com este formato ondulado e tão fininhas?

Ora eu como sou um belo cozinheiro e costumo passar algum tempo a confecionar as minhas refeições, por mais que tente não consigo fritar assim as batatas, até as consigo cortar fininhas, tenho uma máquina para isso e tudo, mas depois ao fritar nunca ficam assim correctamente onduladas e encaixam perfeitamente umas nas outras!!

A minha teoria é de que, talvez as batatas usadas para confeccionar esta empilhacao de pequenos e estaladiços bocados de batata perfeitamente homogeneos, sejam criadas artificialmente, ou seja, imaginem uma batata com casca acabada de ser removida da terra já com o tamanho do pacote e depois cortada uniformemente de maneira a ficar ondulada e tudo e tudo, mas depois surge-me a questão:

- Se uma batata quando está a fritar ficar deformada o que é que lhe acontece? "Joga-se" para o lixo?

Vendo bem essa seria uma solução plausivel mas traria concerteza um prejuízo enorme a companhia produtora destas batatas fritas deliciosas. Será que usam as batatas deformadas para outra coisa qualquer como comida de cão? E já agora não é isto descriminação para com a pequena rodela de batata que não tem culpa de se ter deformado devio ao óleo quente que a frita e torna estaladiça?

Eu continuo a questionar-me em relação a isto.... Se algum de voçês souber a verdade por trás deste mistério que me diga, porque eu gostava mesmo de descobrir.

I´m Rocknrollin!!

sexta-feira, abril 10, 2009

Roxo




Esta música faz hoje todo o sentido.

.......................................................


This is a song called Party Girl

I know a girl
A girl called Party, Party Girl
I know she wants more than a party, Party Girl
And she won't tell me her name
Oh no, not me

I know a boy
A boy called Trash, Trash Can
I know he does all that he can, wham bam
And she won't tell me his name
Oh no, not me

It's our hero

When I was three
I thought the world revolved around me
I was wrong and so I sing along
And if you dance, then dance with me

I know a girl
A girl called Party, Party Girl
I know she wants more than a party, Party Girl
I know a boy
A boy called Trampoline
You know what I mean
I think I know what he wants
I think I know what he wants
I think I know what she wants
I think I know what she wants
I think I know what you want
I think I know what she wants
I think I know what he wants

Well thank you

........................



Beijo ENORME, DO TAMANHO DO MUNDO


quarta-feira, abril 08, 2009

O desvendar de um mito (?)

Ora então meus caros seguidores deste blog, aqui venho eu expôr a minha primeira alucinação.



Muitos já se questionaram, e até me perguntam várias vezes, se de facto este belo país onde eu me encontro de momento, para quem não sabe estou na Noruega, é de facto recheado de gaijas boas, as verdadeiras louras, gostosas e tudo mais.

Ora então eu venho aqui confirmar, baseado na minha própria observação dos factos, que a percentagem de gaijas boas é de facto mais elevada que, por exemplo, em Portugal, apesar da população deste país chegar sensivelmente a pouco mais de metade da população portuguesa e estar concentrada em poucas cidades de um país em que as suas dimensões, em comparação com a nossa pequena "tuga", são cerca de 10 vezes maiores. Ora isto gera um aglomeramento de gaijas (boas) bastante grande nos poucos sitíos habitados nesta montanha gigantesca de neve, frio e bastante mau tempo. Serão os ares da montanha que as torna assim? Quem sabe....

E concerteza muitos estão neste momento a perguntar-se a si próprios, "ah e então as loiras ai são todas loiras verdadeiras, originais??". A resposta é, de facto, NÃO meus caros amigos. Esse mito é gerado pelas marcas produtoras de tintas coloridas que patrocinam esta falsidade e que destroiem desta forma os desejos e sonhos do homem latino. Existem no entanto loiras verdadeiras (e boas como eu sei lá o quê) mas numa escala bastante mais reduzida do que aquilo que por ai se acredita.Ora uma pessoa depois de constatar que todos os nossos sonhos e desejos de vir ao norte da Europa para provar desta fruta que muitos consideram tão especial e até se geram ideais em relação a mulher perfeita, e para muitos essa seria uma nórdica, alta, loira e gostosa, mas tudo vai por água abaixo quando nos deparamos com tal falsidade. Quando eu constatei a tremenda verdade de que são apenas mulheres normais, e não as deusas em que eu acreditava, senti-me como uma criança quando, numa noite de Natal, olha e vê, depara-se com o terror de que não existem presentes nenhuns debaixo da árvore, e fica triste, e de coração partido...

Ora então desvendado este mito, eu me despeço e deixo aqui algo para voçês ponderarem...será que outro dos grandes mitos nórdicos, o de que as mulheres são mais "open-minded" que em Portugal, é também falso ou será que é isso que torna estas vikings deliciosas especiais?

hummmm....

I´m rocknrolling!!!

The Real Rocknrolla

E eis que mais um filho pródigo regressa a casa.
Pois é o grande Farut das Arábias está de regresso à casa que o viu crescer “Titanic”.
Devo dizer que é com grande orgulho que dou as boas vindas a este alucinado que muitos apelidaram de ser o meu “protégées”, mas que para mim será sempre o meu little brother.
Deixo vos então com o elemento mais rebelde do Alucinados o verdadeiro homem das neves.

Pedro “Farut das Arabias” Furet

sábado, abril 04, 2009

minas & armadilhas




GANHEI-TE NO MINESWEEPER...

FOI SÓ UM

MAS DEU PARA TE ABAFAR...

completamente....

estou bué feliz

segunda-feira, março 30, 2009

Smile like you mean it


Smile… it makes people wonder what you are thinking

But remember

(always)

…smile like you mean it


É a parte dificil


Looking back at sunsets on the Eastside
We lost track of the time
Dreams aren't what they used to be
Some things sat by so carelessly

Smile like you mean it
Smile like you mean it


And someone is playing a game
In the house that I grew up in
And someone will drive her around
Down the same streets that I did
On the same streets that I did

Smile like you mean it
Smile like you mean it


Post e música dedicados à única e eterna “Vingante Fénix Divertida

sexta-feira, março 27, 2009

Teimosias

Ao longo dos anos umas das minhas maiores virtudes/defeito foi a minha teimosia ja fiz grandes amigos e ja perdi alguns também por isso. Para vos comprovar a minha teimosia deixo vos aqui esta prova.


E perguntam vós? Como é que uma nota de 500 paus rasgada a meio e assinada por três estarolas compravam a tua teimosia?

.....
.....
.....

Então não perguntam? Ok eu respondo à mesma.

Ora bela noite esses três tarolas que assinaram a nota foram beber uns copos ao chegar a conta que foram quinhentos escudos eu decidi que devia pagar mas o grande Toino Zé (que não se chama António José mas sim Bruno), antecipou-se e pagou 1º, como tenho a mania que sou teimoso agarrei na minha nota e pimba é o que se vê.

Devo dizer que este é um dos maiores tesouros materiais que tenho...

Sem mais de momento...

Screw you guys!!! I’m going home!!!

quinta-feira, março 26, 2009

o que é o hip-hop / Rap?


Ontem estava a ouvir atentamente a Antena3, quando o animador Rui Estevão lançou a questão "Gostas de hip-hop?" via twitter, www.twitter.com/estevaona3, anunciando na rádio, como habitualmente o faz na estação.

Decidi responder-lhe do seguinte modo: "não gosto de hip-hop nem de rap. agora explica as diferenças....". Justifico-me com o meu NÃO perentório. Não gosto disso e não consigo gostar, desde os teus do Rap. Como nunca percebi as diferenças, lancei ao entendido na matéria.


Resposta via Antena3: "O hip-hop é uma expressão musical com quatro vertentes em que uma delas é o Rap".

Confesso que fiquei na mesma. Até porque não incluo de todo o hip-hop no contexto musical. Para mim é uma forma de expressão em que a musicalidade é ... discutivel.

Para quem cresceu a ouvir Pink Floyd, The Cure, U2, Nirvana, Oasis, New Order e Pearl Jam entre tantos outros, como eu, é com alguma dificuldade que entende o hip-hop como música.


Já de agora, alguém me defina o que é, e qual a diferença para o Rap.


Atentamente,

quarta-feira, março 25, 2009

Keep on Fonfolio





Mui bien

Cabe-me a mim as honras (até porque fui eu quem implementou a novidade).

Apartir de hoje os alucinados contam com música no blog.

Apenas uma faixa de cada vez (para não vos enxer o saco)

Cada um dos alucinados escolherá uma faixa (falta decidir de quanto em quanto tempo)

A primeira (Alborosie – diversity) é da minha autoria. [POWA (tinha de ser)]

Err… a pedido do Apleman e em sintonia com todos os que nos lêem apartir do seu trabalhinho de luxo num escritório, decidi-mos não pôr a música a arrancar imediatamente… (ou seja: tens de carregar no play)…


Beijinhos e beijões a tutti tutti



Kiss kiss bang bang to you all

terça-feira, março 24, 2009

Curiosidades Curiosas!

Tenho sido alvo de uma perseguição assombrosa, nos últimos tempos servem-me café frio nos cafés, ouço Tony Carreira nas manhãs na aparelhagem berrante do vizinho que as minhas paredes não conseguem reter, os pombos cagam-me em cima! Tudo isto causado por um post que escrevi sobre a lagartagem. De repente a conspiração fez uma cabala contra mim!

Para me defender, procurei na net factos que provassem que o reverso já tinha acontecido. Queria também provar que o clube dessa "gentinha" também tinha paginas negras.

Agora a parte curiosa!

Factos:

Mário Jardel saltou para a piscina em plena área durante um jogo contra o Benfica, foi marcado penalti! A repetição mostra que foi a áurea do Ricardo Rocha que derrubou Jardel (estavam a 1,5 de distância). Resultado: Empate final a duas bolas (o Sporting perdia por 2 golos a quando da "falta"!)

Polga marcou um golo de cabeça fora da área a favor da Roma, um golo de calcanhar contra o Porto e outros que não me recordo (mas foram muitos!)
Falhou uns bons 20 Penaltis!

O Sporting bateu o Recorde de penaltis marcados na liga, na ùltima vez que foi campeâo! (Ano do salto para a Piscina do Jardel. Quantos pontos de vantagem?)

A grande curiosidade de tudo isto, é que não encontro nenhum vídeo sobre isto na net! Nenhum!!!

Mas vídeos como: "Sporting roubado" , "Benfica é merda" e "Benfica beneficiado", encontro muitos!!!!!!


A pensar!

(Quantos auto-golos marcou o Polga?)

Lembram-se Tó e Galinha, de procura os auto-golos do Polga e encontrar "Polga, o melhor do mundo"? Ah pois é!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, março 23, 2009

Gazeta Alucinada "Chorem Lagartos!"


Que foi? esta não é roubada!


O jornalismo é suposto ser imparcial, a gazeta não foge à regra (não somos a TVI ) Pah! Prova disto é a seguinte peça jornalística...


O Sporting clube de Portugal, na passada noite de sábado arrecadou mais um titulo a juntar a outros dois ou três conquistados em todo o seu historial...
Com a espectacular prestação do brasileiro Pedro Silva, aquele modesto clube de Lisboeta venceu a prova internacional do lançamento da medalha. A marca de 36 metros é praticamente imbatível e assegura desde já o recorde mundial!

Paulo Bento confidenciou o seu agrado e envia a seguinte mensagem a todos os Sportinguistas:

-aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa crunk (aquele barulho que faz com a garganta) esta vitoria aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa não é só de Pedro Silva aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa mas de todo um colectivo aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa trabalhámos muito isto aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa e o Derlei tambem está em condições de bater um novo recorde aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa crunk crunk

Pedro Silva recebeu o prémio das mãos de Lucílio Baptista, seguindo-se uma troca de mimos, que revela bem a intimidade entre os dois!

(Dá cá mais cinco pah!!!!!)

Este titulo junta-se a outros já conquistados esta epóca:

Melhor frangalhada: Rui Patrício (em 10 dos 12 golos)

Auto bota de oiro: Polga (já o ano passado venceu com o golão de cabeça fora da área a favor do Roma!)

Melhor colisão frontal: Polga e Patrício

E ainda o fantástico troféu:

Eu sabia que devia estar calado nas mil e uma vezes que lixei a cabeça aos Benfiquistas com os 7 de Vigo!!!!! (12 razões para isso!)



Classe.........................................................................


Sabem que mais? O caneco é nosso!!!!!!!! he he he he he he he he he he he he

Ps: Só tenho pena de não se poder marcar golo de penalti em fora de jogo!!!!!!

quarta-feira, março 11, 2009

?




Pingo doce:
16:00 – deambulo pelos corredores do super-mercado como gosto (poucos entendem). Folhados de espinafre, caprisones, leite e pão (era o que constava no meu cesto de compras para o almoço). Em frente á charcutaria a linda (e simpática) funcionária esperava pelo meu pedido enquanto se questionava quanto à minha sanidade… (ela ouvia a discussão que eu mantinha acesa por gostar de rebentos de soja).

Highlight: ela pergunta – olha porque não dás em vegetariano?

Eu respondo (enquanto salto como uma criança de 5) – olha porque gosto de carne e peixe…
A funcionária ri-se perante a minha simplicidade infantil e ela conforma-se com mais um pequeno conhecimento do meu mundo universal.
(por vezes não existem porques nos porquês! É como amar… porque amas tu? Porque sim… não sei explicar, não há razão de eu amar esta ou aquela pessoa… é um bocado assim.

(tal como o exemplo “daquela” pornografia que nos toca o coração)

Porque 2+2=4, porque o quadrado da hipotenusa é sempre igual à soma dos quadrados dos catetos, porque não conseguias saltar a vala naquele dia (devido a inúmeros factores), porque o norte é o norte e o sul o sul, porque A.B é único para nós independentemente dos outros, porque o André foi especial mas Tu (para nós) és mais, porque desmaiaste no palco do Castigo, porque M.B.D.M já tem um significado, porque gostas de milho frito como ninguém, porque “G” é “G” e serás sempre “G”, porque “aquele” chocar de punhos á entrada (cada um para o seu quarto) foi uma incógnita para elas, porque para ti VW é a maquina e para mim é Honda, porque tu bebes um fino em 0.73 segundos, porque Farut das Arábias (na Noruega) nunca saiu de Portugal… de nós, porque fiquei chocado quando me disseram que tu, Betinho eras preto e eu ainda não tinha reparado, porque a tua namorada há-de ser sempre “a Gaja” seja ela quem for, porque, porque, porque, porque, porque, porque, porque, porque, porque, porque, porque, porque…

Porquê o amor e o ódio? Sentimentos tão dispares e com uma ténue linha a dividi-los… é tão fácil passar de um para o outro, assim, num piscar de olhos.

Porque não somos máquinas e sim humanos… não é?

E já agora… mais uma:

Jejo (com perdigotos).

terça-feira, março 10, 2009

Noites Memoráveis Parte I



O que aqui vos venho contar hoje é algo de que não me orgulho muito mas é uma experiência que merece ser partilhada.

Ora bem antes de irmos à “historia” propriamente dita vou primeiro fazer uma pequena introdução.

Como vos sabeis (gosto da palavra “sabeis”), os alucinados são provenientes da bela cidade Figueira da Foz, nessa bela cidade existe um parque chamado Abadias, nas Zabadias (era assim que chamávamos quando éramos putos), podia-se fazer todo o tipo de actividades, desde jogar a bola, correr, comer gajas, ir a caça de pássaros, tudo se podia fazer nas Zabadias, mas havia uma actividade que mais encantava os jovens, que era nem mais nem menos, do que saltar a vala que existia a meio do parque, esta era uma proeza que não estava ao alcance de todos pelo que só os mais ousados se atreviam a tal feito, por vezes corria mal e la ia o pessoal para casa a cheirar a “natureza”, e com natureza eu quero dizer esgoto.

Agora vamos à “historia”...

Certa dia, ou melhor certa noite, não, certo dia porque ja deviam ser umas seis da manhã vinha eu de uma noite de Bergas (ou seja uma noite bem regada), com o Sr. Dr. Pedro o Galinha e com o Ilustre Dr. Luis Pingo, a caminho de casa, e ao passarmos pelas Abadias bateu me a nostalgia e disse para o Galo: - “É galo e quando saltávamos a vala tenho a certeza que ainda o conseguia fazer”, o Galo que não é de se ficar nestas coisas disparou logo um: - “Tenho a certeza que não consegues e até te tou 5 € se o conseguires”, pah eu que sou uma pessoa orgulhosa não pode ficar imune a estas palavras e logo disse:
- “Está apostado eu vou voltar a saltar a vala como fazíamos quando éramos putos”, pah não foi pelo dinheiro mas sim pelo orgulho ferido.
Antes de vos contar como correu o salto (quase olímpico), tenho de vos informar que estávamos numa noite chuvosa e que o piso estava escorregadio.
Depois de feito o aquecimento senti-me preparado para o salto, iria provar que ainda era capaz de o fazer e ia ganhar 5 € para o pequeno almoço, antes de começar a correr senti que tinha começado a chover parecia um épico deixei que ouvir o que se passava a minha volta, era apenas eu contra a vala das Abadias, começo a correr, uns meros metros pareceram-me quilómetros, ao chegar perto do abismo escorrego, quase caiu, mas mesmo assim não desisto e salto, tenho a certeza que o tempo parou senti me a voar, finalmente toco no solo, como não senti os pés molhados pensei, consegui, mais uma vez consegui saltar a vala e calar o Galo, quando dou por mim, reparo que aterrei na borda da vala por centímetros que o salto não foi perfeito, mas ainda não tinha desistido e enquanto me debatia para cair para a frente e assim ganhar aposta senti que forças ocultas me puxavam para trás, passados alguns segundos não resisti e sucumbi as essas forças malévolas que me empurravam para baixo....

Resultado, cai na vala de costas, relembrei como era o cheirinho à natureza (leia-se esgoto) que os anos se tinham encarregado de me fazer esquecer e tive de ir ate casa com as calças pelos joelhos por estar todo molhado...

Mas continuo apostar com quem me quiser desafiar que eu consigo saltar a vala....

Sem mais de momento...

Screw you guys!!! I’m going home!!!